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Dr. Lauro de Almeida NetoOAB/SP 210.212

Advogado de crimes digitais em Osasco e São Paulo, com atendimento 24 horas

O Dr. Lauro de Almeida Neto, advogado criminalista com mais de 23 anos de atuação (OAB/SP 210.212), atua em investigações e processos envolvendo invasão de dispositivos, acesso indevido a contas, uso ilícito de dados e outras infrações praticadas por meios digitais, em Osasco, São Paulo e em todo o Brasil. A defesa começa pela análise de autoria, registros eletrônicos, provas digitais e perícias, tanto para pessoas investigadas ou acusadas quanto para vítimas.

Dr. Lauro de Almeida Neto, advogado criminalista, de terno azul-marinho
Dr. Lauro de Almeida NetoAdvogado criminalista · OAB/SP 210.212

Como atuamos

Analisamos de onde vieram prints, fotos, áudios e registros, e se a cadeia de custódia foi respeitada. Sem origem confirmada e sem perícia, a prova digital pode ser contestada.

Para vítimas, preservamos as provas, identificamos o caminho do dinheiro e levamos o caso à polícia e ao Judiciário.

Serviços nesta área

  • Invasão de dispositivo informático
  • Invasão de contas bancárias e digitais
  • Uso ilícito de dados
  • Extorsão digital
  • Estelionato eletrônico
  • Fraudes no WhatsApp e nas redes sociais (Facebook, Instagram, TikTok e outras)
  • Falsificação de documentos e crimes patrimoniais no ambiente digital
  • Análise de autoria e de registros eletrônicos
  • Provas digitais, perícia e reconhecimento por fotografia
  • Defesa de investigados e acusados
  • Representação de vítimas

O que analisamos em todo caso

  • Origem e integridade de prints, fotos, áudios e registros.
  • Se a autoria está provada ou só presumida pela titularidade de uma conta ou chave Pix.
  • Se o reconhecimento por foto seguiu o art. 226 do Código de Processo Penal.
  • Se houve perícia e se ela pode ser contestada por assistente técnico.

Casos em que atuamos

Caso 01

Fraude bancária com documento falsificado

Uma contratação feita em nome do cliente foi contestada com perícia na assinatura e análise dos registros eletrônicos da operação. A prova pericial confirmou a tese da defesa e a cobrança foi julgada improcedente.

Caso 02

Transferência por Pix e reconhecimento por fotografia

Na defesa de cliente apontado como suspeito a partir de uma transferência bancária e de fotos, questionamos a origem das imagens, as irregularidades do reconhecimento e a falta de provas que ligassem o acusado ao fato.

Perguntas frequentes

Print de WhatsApp serve como prova?

Pode servir, mas sozinho é frágil: sem a origem confirmada e sem perícia, a defesa pode contestar sua autenticidade.

Fui identificado só porque o Pix caiu na minha conta. Isso basta para condenar?

Não necessariamente. Ser titular da conta não prova, por si só, que a pessoa participou do golpe; é preciso demonstrar autoria e intenção.

A polícia pode olhar meu celular apreendido?

Em regra, o acesso ao conteúdo depende de autorização judicial. Acesso sem ordem pode tornar a prova ilícita.

Investigado ou acusado de crime digital? Fale agora com o Dr. Lauro. Atendimento 24 horas, em sigilo.

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